A escolha das frases e a organização foi feita pela turma toda. Eventualmente, a ligação entre as frases não é perfeita e o sentido não é completamente coerente mas a ideia era perceber se diferentes escritos sobre o mesmo acontecimento se poderiam misturar, sem grande alteração e manter alguma coerência.


Quando chegámos a Perrelos, vimos o Filipe e o Paulo que já estavam à nossa espera, entrámos pelo portão da rede (...) (Bruna e Raquel) e vimos uma ruína de uma casa de romanos. (Tiago e Lara) Os guias contaram-nos como é que os romanos faziam as casas (...) (Simão) e achámos muito interessante como os romanos usavam as pedras (...)(Lara) e a sua inteligência.(...) (Tiago) O último dos romanos que viveu ali foi um ferreiro.
A casa do ferreiro romano tinha uma cozinha e tinha uma fornalha onde fazia a fundição e forjava o ferro. Vimos o sítio onde o ferreiro trabalhava (...) (Daniel), onde seria o armazém, a cozinha e noutra ruína, um pátio coberto e outro descoberto. O calor para amolecer e moldar o ferro também era para aquecer o chão da cozinha. (...) (Mariana Silva)
No final, fizemos um jogo onde tínhamos que encaixar peças representativas de objetos encontrados em ruínas, (...) (Mariana Antunes) em quatro zonas distintas com a idade do ferro, romanos, idade média e atualidade. (Daniel)
Demos por terminada a visita (...) (Daniela) e regressámos à escola num mini-autocarro. (...) (David)
Ainda ficaram muitas frases válidas por incluir neste texto e que foram rejeitadas apenas porque repetiriam ideias ou não encontrámos forma de as introduzir sem ter que alterar significativamente a estrutura do texto.



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