domingo, 12 de abril de 2015

Vida de ser lápis

Eu estava na minha casa e transformei-me num lápis.
E então os meus pais atiraram-me para a rua, como lixo, pois não me reconheciam como lápis.
Eu vi uma casa no meio das montanhas e toquei à campainha dessa casa, eles levaram-me para dentro de sua casa e eu descobri o que eles eram, a mulher era merceeira e o homem era futebolista. 
E então eles tornaram-se meus donos e queriam que eu escrevesse um livro. E assim escrevi...
Eram 23:54 horas quando acabei o livro e disse-lhes que à meia noite tinha que partir porque ia para a minha verdadeira casa, para me transformar numa criança normal.
E assim despedi-me deles e fui para a minha casa verdadeira.

Diogo Ribeiro

sábado, 11 de abril de 2015

Um dia diferente

Um dia, fui a uma papelaria comprar uma capa para colocar os meus trabalhas da escola.
E, de repente, piquei-me num lápis em que mexi!
Comecei a ver tudo a andar a roda, rodava rodava estava a ficar enjoada... PUF!!!
E tudo parou!
Olhei para mim de cima a baixo.
Estava amarela e preta! E pensei:
 Será que sou uma vespa? Não, não! Eu não tenho antenas!
Pensei e pensei, até que cheguei lá. 
– Eu sou um lápis!
E nesse momento ouvi um sininho que tilintava.
– Vieram-me buscar-me, vou ser livre.– disse eu.
Uma senhora colocou-me na sua mala preta e escura e logo cheguei a casa, ao meu novo lar.
Depois uma mão agarrou-me e comecei a desenhar a Barbie e muitas outras coisas.
Foi muito divertido ser um lápis! Eu adorei!
Depois comecei a voltar a ficar humana e foi um dia inesquecível.


Lara Cardoso

Um dia de lápis

Não!... Transformei-me num lápis! 
E numa papelaria... à espera que alguém me compre?!
Pronto eu explico. 
Hoje de manhã, quando acordei, senti-me um pouco apertada e quando dei conta estava transformada num lápis.
Esperem! Vêm aí uns meninos. Vou ver se eles me querem!
– Bom dia!- disse a menina – queremos comprar um lápis.
– Sim! - disse o seu irmão – queremos um dos que tem ali!
– Então escolham! - disse a senhora da papelaria,  pegando na caixa onde eu estava.
E olhem o que foi acontecer...escolheram-me a mim!
– Obrigada – disseram em coro. E levaram-me, com eles, para casa.
Depois, obrigaram-me a escrever um texto narrativo de cento e oitenta palavras e nem agradeceram! Tudo isto demorou nove horas pois ainda foram a uma palestra e tiraram milhentas notas. 
E o resto do dia foi a fazer T.P.C e a estudar.

E assim foi o meu dia com um final esquisito pois à meia-noite e um minuto acordei sentada numa secretária e voltei para casa.

Mariana Antunes

Os Vizinhos da Casa Azul

Já é 
na próxima quinta-feira, 16 de abril às 10:30 horas
que levamos a cena 
"Os Vizinhos da Casa Azul", 
no Grande Auditório da Casa das Artes.

Trata-se da encenação que mistura teatro, música e fantoches numa adaptação livre do livro 
Os Vizinhos da Casa Azul”, da autoria de Vera do Vale e Francisca Oliveira 
que conta as desavenças de dois vizinhos com saudades do verão e dos pássaros.


16 de abril 10:30 horas

quarta-feira, 8 de abril de 2015

Missão UP


Vão ajudar a proteger o meio ambiente e o planeta, utilizando dicas "Missão UP" para mudar comportamentos e atitudes pessoais, promover, em casa, o uso de energias renováveis e a redução de consumos e ainda, ser exemplo para a sociedade, nomeadamente na utilização dos 3R.


A partir de hoje, todos os alunos da Turma Girassol colaboram para reduzir o consumo de energia.

  • São Agentes da Brigada Positiva.


Champimóvel

Recomenda-se!

A maior flor do mundo

Hoje lemos "A maior flor do mundo" de José Saramago e ficámos a saber também algumas coisas sobre o autor.

Ficámos a saber que está entre os maiores autores da literatura nacional, tendo ganho em 1995 o Prémio Camões, que é o mais importante prémio literário da Língua Portuguesa.
Em 1998 foi galardoado com o Nobel de Literatura, sendo assim mundialmente reconhecido o valor da sua obra.

Esta obra apresenta-se como uma confissão de um autor que diz não saber escrever para crianças e por isso "pensa" a história que gostaria de contar, apresentando-a assim elegantemente resumida entre as ilustrações de João Caetano. Mas, no final José Saramago coloca duas dúvidas que convidam à reflexão de todos os adultos.

E se as histórias para crianças passassem a ser de leitura obrigatória para os adultos? 
Seriam eles capazes de aprender realmente o que há tanto tempo têm andado a ensinar? 

Também vimos um vídeo muito bonito... com participação do próprio Saramago que empresta a sua voz a narração.